| População já pode conhecer os trabalhos desenvolvidos no Projeto Revita |
| Qua, 27 de Janeiro de 2010 10:41 |
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A exposição estará aberta ao público até o dia 20 de fevereiro, sempre das 16 à s 20 horas, com entrada franca. Os projetos foram viabilizados por um convênio assinado entre a prefeitura, por meio da Secretaria Municipal da Cultura, e a Unisinos em novembro passado e que prevê cooperação técnica, cientÃfica e cultural na elaboração de estudos urbanÃsticos, arquitetônicos, de proteção, valorização e difusão dos espaços contemplados. ´´Este é o primeiro passo que estamos dando, de expor as ideias dos acadêmicos ao conhecimento da comunidade. A partir de agora, em parceria com um escritório de arquitetura de São Paulo especialista em trabalhar com sÃtios de valor histórico e cultural, teremos o desafio maior de acertar a mão nas intervenções necessárias para que o Revita seja implantado``, destacou o secretário da Cultura, VÃtor Ortiz. Ele afirmou ainda que a possibilidade de melhorias exige o comprometimento de todos. ´´Temos de trabalhar o reencontro da cidade com sua história e também com o rio, que faz parte do nosso cenário urbano.`` Além da mostra de projetos, a exposição conta com uma segunda sala com computadores e televisores que exibem todos os trabalhos disponÃveis em formato digital, além de vÃdeos institucionais da Unisinos e de São Leopoldo. MUDANÇA Para a coordenadora do Projeto Revita, Marluza Harris, a iniciativa trabalha marcos da cidade de São Leopoldo. ´´Trata-se de um grande projeto de mudança para a cidade. Locais como a ponte 25 de Julho, que foi porta de entrada do MunicÃpio, estão entre as áreas abrangidas pelas propostas que merecem ser recuperadas.`` O secretário municipal de Planejamento e Coordenação, Marcel Frison, que participou da abertura da exposição, salientou a importância da ação. ´´A cidade é um organismo vivo que precisa de organização para ter desenvolvimento e crescimento sustentáveis. O Revita une dois importantes elos nesse sentido, o conhecimento cientÃfico da universidade e a administração pública, que se juntam para possibilitar a elaboração, divulgação e estÃmulo de debates e reflexões sobre a situação.`` Para a professora de História da Unisinos EloÃsa Capovila Ramos, 63 anos, que após a solenidade abertura da exposição conferiu os trabalhos digitalizados ao lado da coordenadora do curso de Gestão Cultural da universidade leopoldense, Miriam Dazzi, a mostra representa o ´´momento inicial que organiza e dá visibilidade ao Revita, sendo importante por desencadear os debates em torno de idéias e propostas sobre as mudanças necessárias.``
Texto: Ricardo Marques / Divulgação
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